Fábrica de Idéias da Katia


Fuja da Futilidade
Julho 1, 2008, 2:37 am
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Precisamos fugir da futilidade da vida. A vida pode parecer fútil pela sua essência. É passageira. O que fica é justamente aquilo que foge da futilidade.

 

E o convite para a alienação (que leva à futilidade) está por todos os lados; na TV, na internet, no video-game, até mesmo no boteco em que nos encontramos com os amigos para jogar conversa fora. Opções de futilidade é o que não falta.

 

Mas ao final de tudo… o que fica? A resposta varía, dependendo novamente da essência da vida de cada um. Para aqueles que costumam ser nossos ídolos, encontro algumas semelhanças: grandes feitos para a humanidade, o prêmio Nobel da Paz, publicações marcantes, ou mesmo a ocupação de posições que permitiram mudar o rumo da história. Você já pensou sobre isto? Qual foi a sua conclusão? A minha pode ter sido muito parecida com a sua: “…Nossa, será que um dia eu chego lá? A vida é tão curta…”

 

Não existe uma formula mágica. Alguns realmente nascem com alguma estrela que os levou a ter esse efeito multiplicador, que os transformou em figuras históricas, que têm biografias dígnas de serem lembradas, pois nos brindaram ferramentas para termos uma vida melhor, sem pagarmos nada por isto.

 

Coragem. Para mim, esse é o grande segredo para fugir da mediocridade, daquilo que nos torna inúteis e só nos faz andar para traz. Talvez não nos tornemos ídolos da humanidade, mas seremos ídolos para nós mesmos.

 

Precisamos descobrir como fazer parte da grande mudança acontecendo no mundo neste momento. Estamos caminhando no sentido em que gostariamos? Você pensa no que restará depois que você, o principal fator de mudança de sua vida, tenha feito sua “passagem”? Posso apostar que sim… mas ainda não teve coragem – como eu – de chacoalhar a ficha para que possa finalmente cair!

 

Por isso fui buscar informações para entender quais seriam as principais àreas a serem trabalhadas neste planeta Terra que tanto nos dá, sem receber muito em troca. Me deparei com um projeto da ONU que pouco havia ouvido falar: O Projeto do Milênio. O projeto tem como objetivo provocar melhorias até 2015 nas áreas que foram entendidas pela ONU como prioritárias:

 

·        Fome

·        Educação

·        Igualdade de gênero

·        Saúde infantil e saúde materna

·        Aids

·        Acesso a medicamentos essenciais

·        Malária

·        Tuberculose

·        Meio ambiente

·        Água

·        Moradores de assentamentos precários

·        Comércio

·        Ciência, tecnologia, inovação

 

Perceba o mundo de possibilidades que nós, como simples cidadãos que somos, temos para nos juntar a este esforço para melhorar, por pouco que seja, algum percentual dentro de cada uma destas áreas. Posso gastar páginas e páginas escrevendo sobre as “n” formas – dentro do meu conhecimento e experiência – de agirmos para obtermos resultados a curto e longo prazos em cada um dos ítens listados acima. Mas meu objetivo com este artigo é colocar apenas aquela “pulga atrás da orelha” que incomoda, e incomoda muito mais, caso você não dê logo o passo que tanto precisa dar. Ou vai ficar ai sentado?

 

Vamos lutar por aquilo que nossos antepassados não conseguiram dar conta de vencer: miséria, conflitos religiosos, degradação do meio ambiente, ditaduras políticas, corrupção, terrorismo, armas de destruição em massa… A cada dia que passa, fica cada vez mais claro que a missão da minha, da sua, da nossa geração é realmente (por mais clichê que soe) SALVAR O MUNDO.

 

Quem sabe um dia o Céu não seja realmente na Terra…



Um Grande Profissional
Junho 2, 2008, 3:12 am
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Já me falaram que tenho uma certa “queda” por livros de auto-ajuda. Pode soar até esquisito, mas devo concordar… fico muito satisfeita ao finalizar um livro teórico ou técnico que mostra o passo-a-passo das coisas. Desde “como ser um grande líder” até “regras da etiqueta e boas maneiras”, devoro as páginas destes livros, hora ou outra acenando sozinha com a cabeça, em sinal involuntário de “nossa, é verdade!”.

 

Claro que não acredito que exista uma formula mágica para se alcançar as coisas na vida. Mas sem dúvida um pouco de técnica ajuda a abrir sua cabeça para novos pulos-do-gato.

 

Eu mesma me arrisco a levantar uma pequena lista de chaves-de-sucesso de um profissional bem-sucedido. Não tirei esta lista de livro algum, foi apenas algo que me ocorreu ao fazer uma análise retrospectiva dos meus 6 anos de vida profissional. Não estou também querendo proclamar que eu seja uma grande profissinal, ou mesmo tenha todas estas caracterísitcas. Me inspirei em pessoas que enxergo como grandes líderes e que são ícones de sucesso profissional para mim. Vamos lá:

 

O grande profissional…

 

… Consegue mostrar o valor de seu trabalho para cada pessoa, seja ela seu gerente, diretor, colega ou seu cliente, encontrando pontos em comum sobre a importância daquele esforço para ambas as partes e alterando seu perfil de influência conforme o perfil do receptor da mensagem.

 

… Sabe que se em algum momento tiver que deixar a companhía, o negócio irá sentir sua falta, pois desenvolveu skill crítico para exercer aquela missão com maestria. Mas por outro lado, sempre deixará alguem o suficientemente treinado para poder subistituí-lo num momento de ausência, para evitar ficar estagnado naquele mesmo posto.

 

… Possui uma rede de profissionais influentes, que lhe permitem ter uma maior visão do negócio e um poder de movimentações maior, seja ele utilizado para mudanças de função ou atividades relacionadas ao seu posto atual.

 

… Tem clareza absoluta de seu escopo de trabalho, tendo uma significativa habilidade para delegar tarefas que não caibam a ele, conseguindo assim ter um rendimento elevado e certeiro com relação a seus objetivos de negócio.

 

… Busca constantemente se desenvolver profissionalmente, através de educação e experiências desafiadoras que lhe agreguem skills que antes não tinha ou precisava refinar. Ele planeja a curto, médio e longo prazo suas metas de desenvolvimento e de carreira.

 

… Entende profundamente a estrutura da compania, seus valores, sua missão e hierarquia. Respeita cada um destes pontos e “joga o jogo” utilizando as peças adequadas e seguindo as regras definidas no codigo de ética da sua empresa.

 

… Assegura que exista um clima de trabalho positivo, desta forma obtendo maior aproveitamento das oportunidades e dos talentos de cada integrante do time.

 

… Almeja sempre o benefício de ambas as partes, em qualquer negociação que venha a ocorrer. O ganha-ganha prevalece em todas suas interações.

 

… Está constantemente antenado com as movimentações de seus concorrentes, parceiros e influenciadores, sejam eles da companhía, da função almejada, ou qualquer outra área. Possui a visão holística do negócio, para desenhar estratégias e táticas com maior nível de eficácia.

 

… Possui um bom-senso aguçado, acima da média, permitindo que suas atitudes sejam justas e objetivas. Sua habilidade de comunicação e tomada de decisões estão em sua maioria fundamentadas na acertividade.

 

… Arrisca, mas sempre analisando – na medida do possível – as consequências da escolha sendo feita, considerando todas as variáveis disponíveis.

 

… Tem plena conciência de que, na grande maioria dos casos, passa mais tempo no trabalho do que fora, sendo fundamental que tire o melhor proveito dos momentos que dedica para sua profissão, buscando se divertir, comemorar as vitórias e aprender com os erros.

 

… Reconhece que sempre há um time por trás do sucesso. Sabe que o mérito dificilmente será só dele.

 

… Equilibra sua vida profissional com a vida pessoal. Possui uma agenda única, permitindo que dê a mesma importância para ambas. Desta forma, ele como pessoa está também equilibrado.

 

Além destas, há sem dúvida inúmeras outras características de distinguem um verdadeiro líder. Mas na minha visão e experiência, estas seriam fortes candidatas a serem as primeiras colocadas dentro da lista completa – se existir uma.

 

Achou alguma semelhança com você? Parabéns! Você tem tudo para evoluir ainda mais na sua vida profissional.

 



Mais um Passo Rumo à Felicidade
Maio 13, 2008, 2:46 am
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Pesquisas revelam que as pessoas felizes são em geral consideradas mais sociáveis, flexíveis, criativas e capazes de suportar as frustrações diárias com maior facilidade do que as infelizes. E, o que é mais importante, considera-se que sejam mais amorosas e dispostas ao perdão do que as infelizes.

É a partir desta constatação, fruto do trabalho de Howard C. Cutler e o Dalai Lama – reconhecido líder espiritual tibetano – que gostaria de trazer à tona algumas analises que dizem respeito aos recentes acontecimentos entre China e Tibete.

Foi publicado hoje, dia 12.05.2008, que a China deverá anunciar em breve uma data para retomar conversas formais com representantes do Dalai Lama sobre a questão da autonomia do Tibete. Retomando rapidamente a primeira constatação deste texto, percebemos que existe uma forte disposição de Dalai Lama para superar sua maior frustração (o exílio forçado de seu país) e negociar termos que proponham uma melhor qualidade de vida para seus conterrâneos.

Para quem desconhece a história deste grande homem, pode não compreender a magnitude suas intenções, frente ao conflito que há anos a China e o Tibete enfrentam. Conforme o lado budista, a China mantém prisioneiros tibetanos e promove “reeducação patriótica”, o estudo forçado dos “valores” da China e, em casos extremos, envia condenados por crimes de “incitação das massas” ou “rebeldia” a campos de trabalhos forçados. Podemos entender estas ações como violações explícitas aos direitos humanos, conforme declarações das diversas ONGs trabalhando pela causa.

E o quê podemos tirar de tudo isto? Por meio de certa disciplina interior, podemos sofrer uma transformação da nossa atitude, de todo o nosso modo de abordar e encarar a vida. Em geral, começa-se identificando aqueles fatores que levam à felicidade e aqueles que levam ao sofrimento. Depois desse estágio, passa-se gradativamente a eliminar os que levam ao sofrimento e a cultivar os que conduzem à felicidade. É esse o caminho que Dalai Lama escolheu. Se tivesse se atido aos sentimentos de dor que lhe impediriam ter a determinação necessária para agir, ele preferiu se apoiar nos sentimentos de felicidade, vislumbrando um possível acordo entre os países, que para outros poderia ser impensável.

Mas, será que Dalai Lama está realmente feliz neste momento? Esta é uma ótima pergunta… Nossa felicidade de cada momento é em grande parte determinada por nosso modo de encarar a vida. Na realidade, o fato de nos sentirmos felizes ou infelizes a qualquer dado momento costuma ter muito pouco a ver com nossas condições absolutas mas é, sim, uma função de como percebemos nossa situação, da satisfação que sentimos com o que temos. Se fossemos analisar a situação do Lama neste momento, o fato de ter conseguido influenciar o comprometimento da China nas negociações por maior autonomia ao Tibete, já lhe renderia mais um premio Nobel da Paz, na minha humilde opinião. Claro que o mérito não seria somente dele, mas ele foi (querendo ou não) o grande porta-voz de toda esta evolução dos fatos – mesmo sendo fortemente julgado e ameaçado pelas autoridades chinesas.

E pegando este último gancho sobre julgamento, lembre-se: existe uma fonte de valorização e dignidade a partir da qual podemos nos relacionar com outros seres humanos. Podemos nos relacionar com eles porque ainda somos um ser humano, dentro da comunidade humana. Compartilhamos esse vínculo. E esse vínculo humano é suficiente para dar ensejo a uma sensação de valorização e dignidade. Esse vínculo pode tornar-se uma fonte de consolo na eventualidade de se perder tudo o mais.

Por isso, faça o bem sem olhar a quem, pois nunca se sabe o que acontecerá no dia de amanha! Estamos todos na mesma pueirinha estelar.



O Primeiro Grande Sonho se Faz Realidade
Abril 21, 2008, 7:58 pm
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Uma das grandes emoções na vida é a realização de um sonho. Pode-se dizer que realizamos sonhos dos mais humildes aos mais ambiciosos. Há sonhos que acreditamos que iremos realizar a curto, médio e longo prazos, e nos surpreendemos ou nos frustramos quando nossas expectativas não são atendidas.

Eu tive a felicidade recente de ter um dos meus grandes sonhos realizado, muito antes do que o planejado. Já me disseram uma vez que “a oportunidade é surda e sorrateira, ela passa atrás de você na ponta do pé, e uma vez que passou, não adianta chamar, pois ela não escuta”. Eu vi a oportunidade, e seguindo esse conselho, abracei, e cá estou, pronta para ajudar a fazer deste mundo um lugar mais agradável para se viver.

E você deve estar se perguntando… que sonho é esse que pode causar tamanha tranformação? Não é novidade para ninguém a situação que se vive hoje no continente africano. A maior parte dos paises avaliados em extremo estado de pobreza pela ONU se encontram na África. As doenças estão aniquilando milhares de indivíduos, e junto com elas as milícias do tráfico, testes ilícitos de companhias farmacéuticas, trabalho escravo, entre outros. Isso sem mencionar o grave problema de corrupção política que dificulta a implementação de programas que provoquem melhorias reais. Onde quero chegar com isto? Nos últimos anos sinto um desconforto enorme com relação a mim como indivíduo, classe média, empregada, amada pela minha família, namorado e amigos, gozando de cada dia com tranquilidade e paz de espírito, enquanto a pouco menos de 2 meridianos de distância uma população inteira de mais de 300 milhões de pessoas encontra-se em extremo sofrimento. Mas… o que fazer quando se tem 25 anos de idade, coragem, determinação mas quase nada de economias? Há poucas respostas viáveis para esta pergunta.

Mas quando eu menos esperava, um comunicado interno da IBM (empresa onde trabalho) anunciando um novo projeto global de cidadania corporativa - o Corporate Service Corps (CSC) - cujo objetivo seria justamente desenvolver economias emergentes através de trabalho voluntátio, surgiu em minha tela de computador. Algo que parecia tão distante tornáva-se palpável! O programa aborda 3 regiões geográficas em expansão: Asia, África e Leste Europeu. Logo selecionei África como meu destino. Havia pouca informação sobre a missão, que incluía 1 mês de permanência na região escolhida, dando consultoria de negócios a pequenos e médios empreendimentos locais, para ajudá-los a ter uma agenda de desenvolvimento sustentável. Um propósito nobre, digno de uma empresa preocupada com o futuro da humanidade.

O fato impressionante é que era uma sexta-feira, e no dia seguinte estaria saindo de férias… não iria ligar o computador por 10 dias, e a fase de inscrição finalizava em 5 dias! Com uma pitada de sorte, eu preenchia todos os requisitos da fase de seleção (mais conhecida como “peneira”) e pude contar com o consentimento e suporte de ambas minhas gerentes na época (mais uma vez: obrigada).

Mais do que nunca desejei que aquilo se concretizasse. Retornando de férias tive a satisfação de descobrir que havia sido convocada entre os 6 finalistas para uma última entrevista que iria selecionar os 3 participantes do Brasil. Apenas 3 participantes!! Fiz o possível para preparar o discurso mais sincero possível sobre minhas aspirações e motivos de ser uma das pessoas certas para o CSC naquele momento. E voilá! O anúncio saiu e eu era um dos nomes. Bipti Bopti Bú. Meu desejo se tornou realidade.

Há muito agora a ser feito. Muito estudo, colaboração com meus colegas de trabalho e principalmente muito foco e dedicação para construirmos um projeto vencedor para as empresas para as quais iremos trabalhar em Kumasi - Ghana. Mas a cada dia me sinto mais completa e realizada, podendo de forma tão significativa fazer uma pontinha de diferença nas vidas destas pessoas. E vamos em frente! São projetos como estes que movem montanhas e fazem deste mundo um lugar melhor para as futuras gerações que estão por vir.

E fica a sugestão: Estejam sempre preparados para realizar seus sonhos e principalmente: não tenham medo e arrisquem até a medida do possível. Tudo vale a pena quando a alma não é pequena.



Água e Luz?
Março 6, 2008, 12:56 am
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Eram 70 m2 de capim, uma praia maravilhosa, uma oportunidade, um futuro fantástico. E lá estava um mar de sonhos. Como voa a mente do ser humano… de onde vem tanta imaginação? Era um belíssimo terreno à venda. Que tentação! Era tão perfeito que decidimos levar a sério. Cair na real.

 Sozinhos não conseguiriamos bancar. E daí surgiram soluções:

- Vamos comprar um trailer e não precisaremos construir!

- Isso! Colocamos uma churrasqueira portátil e está tudo certo!

Quem diria… aquilo que parecia inatingível, começava a tornar-se cada vez mais palpável. E o terreno ficava lá, em um cantinho especial de nossas mentes, esperando que um de nós arrancasse com louvor a enorme placa que dizia: VENDE-SE ESTE TERRENO.

Mas à medida que analisávamos as alternativas, o peso da verdade ia ficando mais incômodo: sozinhos não conseguiriamos bancar.

Veio então aquele que parecia ser o pulo do gato! Vamos enfiar a mão em nossas aplicações e priorizar sobre todas as coisas que haviamos planejado investir nos próximos anos, para ter uma vida digna e tranquila neste terreninho perfeito… mágico… E fazendo os cálculos voltávamos a mesma conclusão: SOZINHOS NÃO VAMOS CONSEGUIR BANCAR.

Foi assim que, desesperados, acessamos nossos grandes amigos do peito, que seriam os parceiros perfeitos para a divisão daquele terreno que tornava-se quase que uma jóia preciosa à qual jamais poderiamos ter acesso. O contato foi breve, via SMS:

70 m2 de capim, uma praia maravilhosa, uma oportunidade, um futuro fantástico.

E o retorno foi ainda mais breve:

Água e luz?

Tão simples quanto isso… o terreno que parecia ser a solução de nossos problemas não oferecia se quer condições básicas para começar a pensar em algo palpável para uma vida a 2. Decidimos que essa idéia ficaria para um outro momento. E decidimos também manter aquela amizade para sempre.



O Fator Surpresa
Fevereiro 28, 2008, 1:46 am
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Quem diria? Até eu estou aqui, no mundo virtual, expressando minhas idéias. Hoje em dia isso é tão fácil, que se você está fora da Web, práticamente não existe. Eu que o diga, que trabalhei com planejamento de Web durante 4 anos… hoje em dia, empresas não existem se não estão na Web, e dentro de poucos anos, é possível que essa também seja uma realidade para o indivíduo. Por esse e outros motivos que você virá a descobrir no futuro, estou aqui, como muitos, buscando espaço para minhas opiniões, idéias e teorias, que para muitos podem parecer apenas mais um montão de palavras jogadas… mas que para outros pode vir a ser um fator influenciador e motivante para dar um passo a diante.

 Esse é meu objetivo. Provocar A AÇÃO. Uma professora minha de yoga uma vez me disse: “A verdadeira ignorância é ter o conhecimento e não colocá-lo em prática”. Não quero dizer com isto que sou algum tipo de ativista, ou anarquista de qualquer espécie. Sou apenas mais uma cidadã que tenta fazer a diferença na medida do possível. Mas me sinto coonfortável em afirmar que, nestes 25 anos de experiência de vida, tenho algumas boas idéias para compartilhar com você, leitor.

 Aguarde, pois, como o cabeçalho deste meu blog - FABRICA DE IDÉIAS DA KATIA - já adianta, muito aqui vai rolar sobre responsabilidade social, questões polêmicas e outros artigos nessa linha, para podermos juntos parar, refletir, e… como diz Dalai Lama: “Criar a determinação e agir”.

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